sábado, 4 de junho de 2011



Na noite de 28 de junho de 1969 uma rusga habitual no Stonewall Inn, um bar gay em Nova Iorque – que, por sê-lo, era alvo frequente de acções policiais em que o comportamento dos agentes era sempre verbalmente agressivo – não acabou como as outras. Uma mulher resistiu à detenção e as cerca de duzentas pessoas que esperavam à porta do Stonewall (o bar havia sido esvaziado pela polícia) responderam a um grito de denúncia de "violência policial!" atirando garrafas, pedras e moedas contra os agentes. Como era sábado à noite e o Stonewall Inn ficava em Greenwich Village, uma zona de Nova Iorque que corresponde ao Bairro Alto enquanto zona de vida nocturna, rapidamente duplicou o número de pessoas envolvidas no protesto.

Os agentes da polícia refugiaram-se no bar, barricando-se, e só não houve tiroteio porque no momento em que um dos agentes ia disparar através de uma janela se ouviram as sirenes dos carros da polícia que traziam reforços para tentar controlar os protestos.

Nas três noites seguintes houve mais manifestações na Christopher Street, a rua onde ficava o Stonewall Inn (que, apesar de ter ficado destruído, foi limpo e arrumado e abriu novamente na noite de 29 de junho), tendo essas noites ficado na memória das pessoas.

Os motins da Christopher Street não foram, contudo, os primeiros protestos e gestos de desobediência civil. Já em 1961 tinha havido um protesto à porta de esquadra que durou um par de dias. A multidão exigia a libertação de dois detidos (durante uma rusga num bar gay) e ameçava invadir a esquadra se a polícia não conseguisse provar que os detidos se encontravam bem.



O vice-presidente da câmara de Jerusalém, Yitzhak Pindrus, pediu autorização policial para organizar uma manifestação de burros na cidade no mesmo dia da parada do orgulho gay, pois, em sua opinião, tanto gays quanto burros são seres inferiores e dignos de desprezo.

Pindrus, de linha judaica ultraortodoxa, pretendeu levar dezenas de burros às ruas, enquanto a comunidade lésbica, gay e transexual marcha rumo ao Parlamento num desfile que provoca todos os anos forte rejeição nos sectores religiosos e conservadores da cidade santa.

A manifestação de burros é a forma como Pindrus pretende protestar contra a autorização para a celebração em Jerusalém do desfile do orgulho gay.

“Os burros também estão orgulhosos de ser burros e querem ter seu desfile”, declarou o vice-prefeito, que considera a homossexualidade “um acto primitivo”.

A Câmara de Jerusalém ressaltou que se trata de uma iniciativa privada, e que não representa a opinião da instituição. Por enquanto, a Polícia não respondeu ao pedido de Pindrus, que advertiu que irá até a Corte Suprema para conseguir que sua manifestação seja autorizada.



A comediante Lisa Lampanelli foi provocada pela Igreja Batista de Westboro quando anunciou umshow na cidade de Tapeka, Kansas.

Membros da igreja prometeram protestar a presença da artista conhecida por seu humor ácido na cidade. Tapekaé onde está a sede desta igreja, famosa por ter um pastor que possui várias mulheres e que coloca os filhos e outras crianças em funerais de soldados para dizerem que as mortes são castigos divinos em razão do reconhecimento dos direitos gays no país.


Lisa, ao saber que iriam fazer um protesto no show, anunciou que doaria mil dólares a cada homofóbico que aparecesse por lá. Como 48 manifestantes foram até o local do show com cartazes com os inscritos "Deus odeia os gays" e "Deus odeia Lisa", a artista resolveu arredondar a conta e doou 50 mil dólares para a Gay Men’s Health Crisis (GMHC), que cuida de gays soropositivos.


Sem perder a piada, Lisa Lampanelli disse: “Vai ser hilário escrever o cheque para o GMHC e eles mandarem um cartão de agradecimento para o pessoal da igreja”.


Lady Gaga grita para Obama em protesto em favor dos direitos dos homossexuais




Cidadão venezuelano morre após meses de greve de fome contra medida autoritária do regime. O episódio prova novamente que ditaduras como a cubana e venezuelana pouco se importam com as vidas de cidadãos comuns.





"As mulheres, cada vez mais preocupadas com o avanço do
homossexualismo masculino no mundo, estão realizando um grande protesto.
Segundo elas, os homens mais bonitos, educados e
charmosos as estão deixando de lado para ficar com outros
homens.
Daí­, as diligentes senhoras criaram uma camiseta que
utilizarão para fazer frente na próxima parada gay que se
realizar em qualquer lugar do Brasil. "



Casais promovem beijo coletivo em Londres e acusam estabelecimento noturno da cidade de discriminação contra homossexuais



Um menino norte-americano de 10 anos está no centro de uma polémica envolvendo os direitos gays nos EUA. Conhecido por ser espertíssimo e ter chegado a pular um ano na escola, Will Phillips vem se recusando a ficar de pé na sala de aula para fazer o Testemunho de Fidelidade, hábito comum nas escolas dos EUA. 
O motivo para a recusa? A série de direitos civis que ainda são negados à população LGBT americana. A família de Will tem vários amigos gays. Segundo Laura Phillips, mãe do garoto, há anos a família está na luta pela causa homossexual. Diante da atitude do menino, a professora levantou a voz e disse que convocaria a família do estudante para resolver a questão. “Senhora, com todo o respeito, mas por mim, você poderia se jogar de uma ponte”. Essa foi a resposta de Will, que diz gostar de analisar bem todas as questões já pensando em quando for um advogado. 
Chamada à sala da direcção, Laura Phillips lembrou que não fazer o Testemunho é um direito reservado ao filho e exigiu que a professora fizesse um pedido de desculpas. Em todos os dias seguintes, Will continuou sentadinho enquanto os outros alunos juravam fidelidade à pátria.



"Tenho uma amiga que está farta dos homossexuais. Não é homofobia, é desespero mesmo.”

Como protesto das mulheres à explosão do homossexualismo masculino em todo o mundo, decidiram fazer uma T-shirt.


Um grupo de policiais desalojou à força a uma dezena de casais homossexuais que se beijavam na escadaria da Catedral de Lima (Peru), como parte de um protesto contra aqueles que se opõem a legalizar as uniões entre pessoas do mesmo sexo.


O coro “beija, beija” ecoou. Os personagens Júnior (Bruno Gagliasso) e Zeca (Erom Cordeiro), da novela América, da Globo, não se beijaram, para decepção de muita gente. “É normal pessoas do mesmo sexo se amarem. Não é imoral. Com a expectativa criada em torno do beijo na novela e o facto de ele não ocorrer, criou-se um dano”, afirma o teólogo Marcelo Gil, presidente da ONG ABCD’S (Ação Brotar pela Cidadania e Diversidade Sexual), de Santo André. 



Mais de 500 mil pessoas, uniram-se em Berlim em defesa dos direitos dos homossexuais e dos transexuais na tradicional manifestação do Christopher Street Day (CSD), que lembra a luta contra o preconceito que atinge essas parcelas da população.






Buju Banton, cantor Jamaicano é alvo de uma acção por parte da GLAAD uma ONG que luta pelos direitos GLBT.

Michael Anthony Myrie, o verdadeiro nome de Banton, já se envolveu varias vezes em agressões a gays, tendo por isso vários processos. Banton declarou-se homofóbico, e guerra aos gays.

A canção “Boom Bye Bye” incita que os gays sejam queimados e baleados, e este é o que move a GLAAD nesta petição alem da postura conhecida do cantor.



O presidente da República, Cavaco Silva, promulgou a lei que permite o casamento entre homossexuais, apesar de não concordar com a legislação. A "dramática situação em que o País se encontra" levou o Chefe de Estado a tomar esta decisão e a anunciá-la aos portugueses para não se acentuarem "as divisões" e não desviar as atenções dos agentes políticos dos problemas que Portugal enfrenta.






Um casal de lésbicas tem provocado polémica ao abrir a primeira clínica de fertilização britânica ‘gay-only’ (Só para gay). O centro de fertilidade Birmingham (Inglaterra) foi criado exclusivamente para casais do mesmo sexo para obter aconselhamento em conceber filhos.

Natalie Drew, 35, e parceiro Ashling Phillips, 32, provocaram a revolta de grupos cristãos.

Apesar de as empresas se consideram exclusivamente para casais gays, elas foram notificadas que não devem recusar ajuda aos casais heterossexuais.

As fundadoras da clínica Drew e Phillips, que tiveram seus filhos Giana de seis anos e Kai de dois anos, por um doador de esperma, disseram que o sistema actual era insuficiente para reconhecer casais do mesmo sexo.

O projecto tem atraído críticas de grupos cristãos, que dizem que criar seus filhos fora da estrutura da família tradicional será prejudicial ao seu desenvolvimento.

Mike Judge do Instituto Cristão disse que “crianças precisam de uma mãe e um pai, um modelo masculino e feminino. Isso é negar que o direito da criança”.


Após uma juíza civil ter suspendido o primeiro casamento entre pessoas do mesmo sexo na Argentina, , o casal diz que irá recorrer e convocou, por e-mail, um protesto no Registo Civil, onde estava previsto o casamento.

“Temos uma sentença firme e irrevogável. O que conseguiram foi apenas adiar. Se necessário, iremos ao Conselho da Magistratura. Amanhã, às 14 horas, no Registo Civil, ou nos casamos ou protestamos”, disse, por e-mail ao G1, Alex Freyre.

Mais cedo, por telefone, Freyre, 39, havia falado dos preparativos para a oficialização da união com José Maria di Bello, 41, naquele que seria o primeiro casamento civil entre pessoas do mesmo sexo na América Latina.






Num de seus últimos compromissos oficiais em Brasília, o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, assistiu ao protesto solitário e silencioso de um integrante de um grupo gay de Brasília. A menos de cinco metros de Ahmadinejad, Júlio Cardia conseguiu erguer um cartaz e a bandeira do movimento gay. O protesto se deu na sala onde o líder iraniano concedia entrevista colectiva, no hotel em que estava hospedado, um dos mais luxuosos da cidade.

Cardia, de 25 anos, conseguiu driblar a segurança, sentou-se no fundo da sala e quando a entrevista já estava perto de terminar, levantou o cartaz, que foi prontamente arrancado de suas mãos pelos agentes iranianos. Em seguida, ele desfraldou a bandeira do arco-íris. Foi retirado da sala na sequência.


Após protestos das bancadas religiosas no Congresso, a presidente brasileira Dilma Rousseff determinou a suspensão do “kit anti-homofobia”, que estava sendo elaborado pelo Ministério da Educação para distribuição nas escolas, informou o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.

“O governo entendeu que seria prudente não editar esse material que está sendo preparado no MEC. A presidente decidiu, portanto, a suspensão desse material, assim como de um vídeo que foi produzido por uma ONG – não foi produzido pelo MEC – a partir de uma emenda parlamentar enviada ao MEC”, disse o ministro, após reunião com as bancadas evangélica, católica e da família.




Gays fazem protesto por não poderem doar sangue no Piauí

LBL e Grupo Matizes vão fazer protesto contra proibição de doação de sangue a gays



Bispos protestantes boicotam reunião em protesto por ordenação de gays

Encontro é marcado pelo mal-estar gerado entre as igrejas Anglicana e Católica.



Gays fazem protesto em Dia dos Namorados na China



Cerca de 100 manifestantes realizaram um protesto na entrada da Manchester Evening News Arena, onde foi realizada a estreia da curta tournee britânica do polémico rapper americano Eminem.

Os manifestantes carregavam faixas com os dizeres "chega de ódio e intolerância". Segundo os jornais britânicos, os manifestantes eram totalmente ignorados pelos mais de 15 mil jovens que chegavam para o show.

A media britânica está dando grande destaque para a polémica em torno de Eminem. Antes da chegada dele a Inglaterra, nos jornais já tinham alertado para a possibilidade de protestos, anunciados por vários grupos de defesa de direitos de mulheres e gays.







Dakar - Senegal: Protesto contra gays provoca bloqueio de ruas


Como haviam prometido, 100 activistas gays e lésbicas beijaram-se na passagem do papa móvel de Bento XVI pela praça da Catedral de Barcelona, quando este seguia para o templo da Sagrada Família.

Jordi Petit, dirigente histórico do movimento homossexual da Catalunha, reclamou que há anos “a hierarquia eclesiástica ataca os direitos básicos humanos”, como sua insistência em proibir o uso de preservativos.

Gays e lésbicas colocaram-se na praça da Catedral que estava lotada de fiéis, que cantavam e davam vivas ao papa na saída do palácio episcopal onde ele passou a noite, depois de chegar de Santiago de Compostela, primeira etapa da viagem.

Os gays e lésbicas gritaram em coro palavras ao Papa, chamando-o de “pederasta” e frases como a “Igreja que ilumina é a que arde”. Em contra partida, jovens cristãos saíram em defesa, dizendo “aqui está a juventude do Papa”.



A "morte" em cima do arco-íris, símbolo dos homossexuais



Donos de perfis no site de relacionamentos Orkut, que defendem entre outras coisas a supremacia branca e o ódio a homossexuais, iniciaram uma campanha de amedrontamento de homossexuais e simpatizantes





Cerca de 100 pessoas protestaram contra suposto abuso da polícia durante o G20, que inclui homofobia e machismo. Em voz alta, eles interromperam um evento do Pride Week, oferecido pelo chefe da Toronto Police Bill Blair.