terça-feira, 9 de julho de 2013

A primeira violência é a verbal, que é muito simbólica e abre as portas a todas as outras violências.








Somos revolucionários em privado, politicamente correctos em público






Em democracia, ter opinião é mais uma obrigação do que um direito.



Quando se tem sensibilidade na alma, todas as rupturas são dolorosas






Os limites da tolerância são a própria intolerância (dos outros)


Em democracia, há lei, mas há também ética. E os políticos, além de terem de obedecer à lei, são avaliados também pelo seu carácter

Se os partidos não aprendem com a vida, a vida, depois, também muda os partidos.



Ter formação e ser exposto a ideias não é tudo - tem de haver uma sensibilidade inata




uma certa dose de esquizofrenia.


A grande virtude espiritual dos portugueses é ir para a cama com qualquer pessoa.






Acredito que há dias em que nos sentimos mais inspirados que noutros, mas acho que a inspiração não acontece sem trabalho, sem dedicação e, sobretudo, sem paixão.




É que há um lado mágico realmente, há um momento a partir do qual as coisas se começam a ligar. E essa é a melhor parte!

Portanto, até certo ponto, nós próprios somos uma ficção, uma mentira





















Muitos dos nossos políticos debatem, indignam-se, criticam, contestam, propõem, mas perante tão grande ruído acabam por se desacreditar a si próprios.