segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Voava dentro de uma gota








teu corpo fugitivo para sempre


A noite não quer vir para que tu não venhas, nem eu possa ir.







Céus e campos prendiam correntes em minhas mãos.



Tudo mais passa.




Que tristeza tão funda é mirar os retábulos de dores e de penas que um coração levanta!





Sinto que em minhas veias arde sangue





Por que vês no céu tanta estrela? Irmão, és tu ou sou eu?




não me deixes perder o que ganhei








Enche minha loucura de palavras ou deixa-me viver na minha calma e para sempre escura noite






E eu te beijava sem me dar conta de que não te dizia


Tudo o que disseram sobre mim não é importante. Quando eu canto, eu acredito. Sou honesto.