quarta-feira, 1 de dezembro de 2010



Nove em cada dez jovens não pensam no HIV/Sida quando tomam decisões relacionadas com a sua vida sexual, conclui um levantamento divulgado pela BBC.


Desde 1995 que a USAID tem estado profundamente empenhada na mitigação do impacto do HIV/SIDA em Moçambique. 


«Stop à Sida» no Dia Mundial.


UNDP works with countries to understand and respond to the development dimensions of HIVand health, recognizing that development action outside the health




O estigma do HIV/SIDA é muitas vezes uma combinação da vergonha com o medo




Estudantes chineses exibem o laço vermelho durante uma acção de sensibilização contra o HIV/SIDA.


A Intercâmbio é uma revista trimestral sobre o HIV/SIDA, o género e a saúde sexual. É editada em inglês, francês e português


Aproximadamente 380000 crianças em Moçambique tornaram-se órfãs devido ao HIV/SIDA, e mais de 500000 estão a tomar conta de familiares doentes. 


À PROCURA DE ESTRATÉGIAS PARA REDUZIR O NÍVEL DE INFECÇÃO DO SIDA.


prevention around the world, AIDS & sex education


Saiba quais são os sintomas iniciais da infecção pelo HIV e quais doenças definem a AIDS (SIDA


Combating HIV/AIDS is a major objective in the European


A incidência e a prevalência do HIV/sida em Portugal está a diminuir, mas é primordial continuar a apostar na educação e sensibilização


Prevention of HIV/AIDS


Reducing sexual transmission of HIV · Preventing mothers from dying and babies from becoming infected with HIV · Ensuring that people living with HIV


HIV-1 foi descoberto e identificado como causador da SIDA por Luc Montagnier e Françoise Barré-Sinoussi da França e Odete Ferreira de Portugal em 1983



¿Qué significa la sigla SIDA?
Significa Síndrome de Inmunodeficiencia Adquirida.
  • Síndroma: Conjunto de manifestaciones (síntomas) que
    caracterizan a una enfermedad.
  • Inmuno: Relacionado con el sistema de defensas de nuestro
    cuerpo.
  • Deficiencia: Indica que el sistema de defensas no funciona o
    funciona incorrectamente.
  • Adquirida: Que se adquiere. No es congénita ni hereditaria.


Cientistas descobriram um ponto vulnerável, uma espécie de calcanhar de Aquiles, do vírus da Sida, que pode ser o alvo de uma vacina visando a neutralização do vírus de imunodeficiência humana (HIV)


A Tuberculose, uma doença dos pulmões associada com freqüência à Sida, é muito comum em Moçambique. Mas esta a surgir em África Austral uma nova forma muito letal da TB que o pais não tem capacidade de diagnosticar .


O Fórum Global sobre HSH e HIV (Global Forum on MSM & HIV - MSMGF) lançou hoje sua nova publicação multimídia on-line, SENSE, focando as histórias de gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH) vivendo com HIV no mundo inteiro. A revista trimestral é uma plataforma importante para homens cujas vozes são raramente ouvidas no diálogo global sobre a sida.  


Transfusão de sangue e produtos
Algumas pessoas foram infectados com o HIV através de transfusões de sangue e produtos usados para tratamentos, como por exemplo, da hemofilia.


Gravidez
HIV pode ser transmitido da mãe para o filho durante a gravidez ou o parto. Sem o tratamento a base de droga anti-HIV, há cêrca de 25% de chances do bebê ser infectado. Com o tratamento, essa taxa cai para 8%. No entanto, os efeitos colaterais da droga a longo prazo nas crianças ainda não são conhecidos.

HIV pode também ser passado para a criança através da amamentação, se a mãe tem o HIV.


Agulhas
Outra forma comum de contrair HIV na corrente sanguínea é através de agulha usada por mais de uma pessoa sem ser limpa. 




Sexo 
O meio mais comum do HIV penetrar na corrente sanguínea é através da pele ou da mucosa da vagina, o cervix (dentro da vagina), o ânus, ou a uretra (canal dentro do pênis ou em frente da vagina). O HIV pode ser transmitido via sexo anal ou vaginal sem preservativos ou uso comum de acessórios estimulantes, como dildo, vibrador ou "butt plug" não higienizados a cada vez que usado. O não uso de preservativos caracteriza atividade sexual de alto risco entre parceiros.

HIV também pode chegar a corrente contínua através da boca e garganta. Isso é raro. Algumas pessoas contraíram o HIV quando fazendo sexo oral (felação no homem e cunilíngua na mulher) mas é raro.

Quando uma pessoa tem uma Doença Sexualmente Transmitida (DST or SRT) como gonorréia, verruga ou herpes, o risco de contrair HIV aumenta bastante. DST devem ser checados regularmente no sentido de prevenir a transmissão do vírus.

A maioria das pessoas infectam-se com o HIV quando tem relação sexual (anal ou vaginal) sem preservativos ou quando compartilham uma agulha (de seringa) não limpa. 




Como posso vir a ser infectado com o HIV?
O HIV não é transmissível por meio cutâneo, a menos que haja cortes ou abrasões na pele. O HIV não é transmissível pelo ar, como são a gripe ou o resfriado. O HIV não é transmissível através de beijo, masturbação mútua de quaisquer níveis.

O HIV, apesar de tudo, é um vírus frágil que não sobrevive fora do corpo, e é por isso que você não pode ser infectado com o HIV pelo assento de vasos sanitários ou de compartilhar louças ou utensílios.

Voce também pode ser infectado se fizer certas coisas que permita o HIV entrar na sua corrente sanguínea, como contacto com fluidos do corpo de alguém já infectado com o vírus.

Existem quatro (4) tipos de fluidos que possuem HIV suficiente para infectar alguém: -sangue, sêmem, líquido vaginal (incluindo menstrual) e leite do seio.

Exceto estes líquidos, nenhum outro transmite o vírus, como o cuspo, suor ou urina.


O que é a AIDS/SIDA? O que é o HIV?
AIDS é a sigla para Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. A AIDS/SIDA é causada por um vírus conhecido como o Vírus Humano de Immunodeficiência ou HIV. 



O Centro de Aconselhamento e Testagem Voluntária (CATV) do município da Caála (Huambo) começou hoje (terça-feira) um ciclo de campanhas de sensibilização contra o HIV/Sida em alusão ao dia Mundial de Luta contra a Sida, que se assinala a  01 de Dezembro.
 
A responsável do CATV, Helena Pinto, em entrevista à Angop, disse que o programa de sensibilização, com a duração de três dias, visa mostrar os cuidados preventivos, bem como disseminar informação possível dos riscos que HIV/Sida representa na sociedade.
 
Os agentes do CATV do município da Caála seleccionaram no novo mercado, localizado no sector de Mangumbala, os lugares públicos da cidade da Caála  com maior concentração populacional e comuna da Calenga.
 
Nesta campanha, os agentes do CATV estão a efectuar testagens voluntárias do HIV/Sida, distribuição de preservativos e panfletos informativos de luta contra a Sida.





A Abraço, em colaboração com o Dolce Vita Funchal, está a levar a cabo, hoje, uma conferência sobre a doença
Um total  de 140 pessoas são acompanhadas diariamente pela delegação da Madeira da Associação Abraço, sendo que 65 são crianças filhas de pais seropositivos.
Números divulgados hoje por aquela associação de apoio a doentes infectados com o vírus HIV/SIDA e às respectivas famílias, por ocasião de um conferência que decorre no Dolce Vita Funchal, no âmbito do Dia Mundial de Luta Contra a SIDA.
A conferência, subordinada ao tema 'A problemática do HIV/SIDA: Sentir o calor de um Abraço', conta com a presença de várias entidades regionais ligadas à área da Saúde.



Luanda – A empresa petrolífera Chevron inicia nesta quarta-feira, em Luanda, uma campanha de sensibilização contra o VIH/Sida em Angola, uma iniciativa que vai contar com a parceria da Federação Angolana de Basquetebol e da Associação de Taxistas.
 
A campanha, que termina no final do mês em curso, realiza-se no quadro do Dia Mundial de Luta contra a Sida, que hoje se assinala.  


A 1 de Dezembro assinala-se o Dia Mundial da Sida. Este ano, o tema escolhido internacionalmente para assinalar o Dia Mundial da Sida está relacionado com os Direitos Humanos, pelo que em Portugal as iniciativas oficiais vão dar enfoque ao acesso à prevenção e tratamento como direitos universais, com particular atenção ao tratamento das pessoas que usam drogas e ao papel das terapêuticas combinadas.



No dia 3 de Dezembro, entre as 10h30 e as 18 horas, realiza-se um fórum sobre a infecção VIH/sida,  no Auditório do Infarmed, em Lisboa. O referido encontro tem como objectivo promover uma reflexão sobre os resultados obtidos com a execução do Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Infecção VIH/sida 2007-2010 e discutir os principais desafios que se colocam para o futuro.
 
Esta reunião enquadra-se nas iniciativas que assinalam o Dia Mundial da Sida. 




é importante que quem sabe que é portador de hiv tenha acompanhamento médico, pois os medicamentos retrovirais ajudam muito ao não aumento da carga viral no organismo, fazendo atrasar em muito o seu desenvolvimento.



Sexo oral é uma forma de contágio e porquê?
A quantidade de vírus existente na saliva é pouco significativa. Não existe risco de aquisição da infecção através do beijo. No entanto quando a saliva está contaminada com sangue e existe contacto desta saliva com a mucosa genital, existe uma probabilidade, ainda que pequena de contágio. Se existir contacto da mucosa da boca com secreções vaginais ou sémen infectados, também existe probabilidade de infecção.



Porque é que o sexo anal envolve maior risco de contágio?
Durante uma relação sexual anal existe um maior grau de traumatismo do que durante uma relação sexual vaginal. Existe maior probabilidade de ocorrência de pequeníssimas lesões (feridas) na mucosa anal que facilitam o contágio e ocorrência de infecção.



Duas pessoas seropositivas podem deixar de usar preservativo?
O uso de preservativo é essencial mesmo quando as duas pessoas são seropositivas. Se não usarem preservativo, de cada vez que tiverem uma relação sexual estão a reinfectar-se mutuamente o que pode piorar ou acelerar a evolução da doença de cada um.
Por outro lado, os vírus de cada um podem ser diferentes, nomeadamente no que diz respeito à sensibilidade e resistência aos medicamentos anti-retrovíricos. Não utilizando preservativo, corre-se o risco de adquirir um vírus com resistência aos anti-retrovíricos e comprometer, assim, o sucesso do tratamento.



Quantos anos de vida tem uma pessoa seropositiva?
É muito variável. A evolução da infecção não é igual em todas as pessoas. Desde o momento em que se adquire a infecção até que surjam sintomas de doença decorre um período de tempo, designado como fase assintomática da infecção pelo VIH, que pode durar em média 8 a 10 anos. No entanto, nalgumas pessoas este período pode ser apenas de dois ou três anos e noutras de 15 ou 20 anos.
Após o aparecimento de uma infecção oportunista, ou seja, após se entrar na fase de SIDA, o tempo médio de sobrevida é de cerca de um ano e meio, na ausência de tratamento anti-retrovírico.
No entanto, com os medicamentos actualmente disponíveis para o tratamento desta infecção a sobrevida dos doentes pode ser muito mais longa desde que se cumpra rigorosamente o tratamento e as restantes indicações médicas. Actualmente existem algumas pessoas que vivem com esta infecção há mais de 20 anos.



Quais os sintomas do VIH?
Quando se adquire a infecção pelo VIH pode não se ter qualquer sintoma ou, então, ter um quadro febril tipo gripal. Em seguida, o doente fica sem sintomas durante um período variável que pode ser de anos, em média de 8 a 10 anos, sentindo-se bem. Nesta fase, como em todas as fases da infecção, existe possibilidade de transmissão da doença a outras pessoas.
Após este período assintomático, surge a fase sintomática da infecção em que o doente começa a ter sintomas e sinais de doença, indicativos da existência de uma diminuição das defesas do organismo. O doente pode referir cansaço não habitual, perda de peso, suores nocturnos, falta de apetite, diarreia, queda de cabelo, pele seca e descamativa, entre outros sintomas. Podem surgir algumas manifestações oportunistas como a candidose oral (infecção da boca por fungos), candidoses vaginais de repetição, um episódio de herpes zoster (“zona”), episódios de herpes simples de repetição (oral ou genital), etc. Mais tarde podem surgir infecções graves, como tuberculose, pneumonia, meningite, entre outras manifestações oportunistas possíveis e indicadoras de uma grave imunodepressão (diminuição acentuada das defesas do organismo humano).



Diferenças entre VIH-1 e VIH-2 (VIH1 e VIH2 , HIV1 e HIV2)
Ambos são vírus da Imunodeficiência Humana, capazes de provocar a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida e com formas de contágio similares. As diferenças mais importantes entre eles são:
  • O VIH-1 é mais “agressivo”, sendo mais rápido na destruição do sistema de defesa do organismo humano – o sistema imunológico. A evolução da doença é mais rápida nos doentes com VIH-1, comparativamente aos doentes com VIH-2. O período assintomático de infecção é, em média, de 10 anos para o VIH-1 e de 30 anos para o VIH-2.

  • O VIH-1 transmite-se mais facilmente, ou seja, o contágio de pessoa a pessoa é mais provável do que para o VIH-2.

  • No Mundo, existem muito mais pessoas infectadas pelo VIH-1 do que pelo VIH-2

  • O VIH-1 responde melhor e de forma mais previsível aos medicamentos anti-retrovíricos. Alguns dos medicamentos disponíveis são eficazes contra o VIH-1 mas não contra o VIH-2




  • Quem tem um teste positivo tem sida?
    Ter um teste positivo para o VIH significa que se tem a infecção por este vírus. Quando uma pessoa com o teste positivo já teve ou tem determinadas manifestações oportunistas – infecções e/ou tumores – então, já tem SIDA. SIDA significa Síndrome da Imunodeficiência Humana Adquirida. É um conjunto de sinais e sintomas bem definidos que surgem em indivíduos com a infecção pelo VIH.



    Pode estar-se sempre no estado de seropositividade sem passar a sida?
    Sem tratamento específico para o VIH (com os medicamentos anti-retrovíricos) todos os infectados com o vírus virão a ter SIDA mais cedo ou mais tarde. Desde o momento em que a pessoa adquire a infecção até entrar no estadio de SIDA decorre um período de tempo que é, em média, de 8 a 10 anos. Com o tratamento actualmente disponível, é possível modificar a história natural desta infecção, aumentando a duração do período assintomático da doença e prevenindo o aparecimento das infecções e tumores que definem a fase de SIDA. Para que isto seja possível, é fundamental que todo o indivíduo seropositivo tenha um acompanhamento médico periódico adequado.



    Diferenças entre VIH, HIV e SIDA
    VIH é a sigla para Vírus da Imunodeficiência Humana.
    HIV é a sigla em inglês para Human Immunodeficiency Virus.
    SIDA significa Síndrome da Imunodeficiência Humana Adquirida. É um conjunto de sinais e sintomas bem definidos que podem surgir em indivíduos com a infecção pelo VIH.
    Desde o momento em que se adquire a infecção até que surjam sintomas de doença decorre um período de tempo, designado como fase assintomática da infecção pelo VIH, (que pode durar em média 8 a 10 anos) em que a pessoa infectada não tem qualquer sintoma e se sente bem. Nesta fase a infecção pode ser detectada apenas se se efectuarem as análises específicas para o VIH. Esta é a fase da doença em que se diz que o indivíduo é seropositivo.
    Na evolução da infecção pelo VIH verifica-se uma destruição progressiva do sistema de defesa do organismo humano (o sistema imunológico) com estabelecimento de um estado de imunodepressão que permite o aparecimento de infecções oportunistas e determinados tipos de tumores. Quando uma pessoa infectada pelo VIH tem uma destas infecções oportunistas ou tumores passa a dizer-se que já tem SIDA.
    Quer um seropositivo, quer um indivíduo com SIDA podem transmitir a infecção a outras pessoas através de comportamentos de risco.



    Comportamentos de risco - sida , hiv

    • Toxicodependentes que se injectam e partilham agulhas, seringas e outro material usado na preparação da droga para injecção.
    • Pessoas que não praticam sexo seguro, isto é, que não usam preservativos e têm mais do que um parceiro sexual.
    • Profissionais de saúde - acidentes com contacto com objectos cortantes contaminados (agulhas) ou com sangue, ou outros líquidos orgânicos, contaminados.


    O VIH pode encontrar-se nas lágrimas, no suor e na saliva de uma pessoa infectada, contudo, a quantidade de vírus é demasiado pequena para conseguir transmitir a infecção.


    O VIH apenas afecta os humanos, só neles sobrevive e se reproduz e pode ser transmitido de três formas: por contacto sanguíneo; através do sémen e dos fluidos vaginais nas relações sexuais; de mãe para filho, o que pode ocorrer durante a gestação, no momento do parto e durante o aleitamento.


    A infecção com o VIH caracteriza-se por quatro fases diferentes. Ocorre primeiro o período de infecção aguda, até quatro semanas após o contágio e no qual o seropositivo é afectado por diversos sintomas pouco característicos, semelhantes aos de uma gripe, e cuja causa, normalmente, passa despercebida a doentes e médicos.


    A SIDA é uma síndrome, ou seja, de um conjunto de sintomas e sinais que não dizem respeito apenas a uma doença. É uma síndrome de Imunodeficiência porque o vírus deixa o sistema imunológico deficiente; e é Adquirida, uma vez que resulta da acção de um agente externo ao organismo humano.


    A SIDA é provocada pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH), que, ao entrar no organismo humano e ao penetrar no sistema sanguíneo, começa de imediato a reproduzir-se dentro dos linfócitos T4 (ou células CD4) acabando por matá-las. As células CD4 são, precisamente, os elementos do sistema imunológico que dão indicações às restantes células para a necessidade de proteger o organismo contra agentes invasores.


    A Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (SIDA) matou mais de 20 milhões de pessoas nos últimos 20 anos e, até hoje, não foi possível encontrar nem uma cura nem uma vacina eficazes para lutar contra esta ameaça que afecta pessoas de todas as idades, em todos os continentes.


    A SIDA provoca ainda perturbações como perda de peso, tumores no cérebro e outros problemas de saúde que, sem tratamento, podem levar à morte. Esta síndrome manifesta-se e evolui de modo diferente de pessoa para pessoa.