quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Oh! a vida é um abismo! mas fecundo! Mas imenso! tem luz - e luz que cegue.














De que vale concentrar-se a vida toda
Numa paixão apenas, quando o peito
É tão rico, que basta dar-lhe um toque
Por que brotem, aos mil, os sentimentos?!

Sem limites, sem fundo - há mais perigo de se afogar, que de morrer à sede!








Tamanho é o ódio com que a uns e a outros a disputais, temendo que não chegue!


Com todo o norte e vento, vão e percam-se







Que limitais a terra à vossa sombra...


Com que girais em torno de vós mesmos?






Tal é o vosso ardor! tão cegos tendes



Por que é que combateis?














só apareceram a paixão instintiva e bruta