terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Tem que ser verdade.









Sozinho, com pena de mim próprio, ridículo, mas a sofrer mesmo. Nunca me tinha apaixonado verdadeiramente. Muitas vezes disse amo-te, mas arrependi-me sempre. Arrependi-me sempre das palavras.









São as pessoas como tu que fazem com que o nada queira dizer-nos algo








Hora a hora me conheço, mãos inúteis e olhar amargurado


















Se não sentirmos, todos os dias, que nunca mais é domingo, quando chegar o domingo parecer-se-á com outro dia qualquer.









Por isto e por mais do que isto, tu estás aí e eu, aqui, também estou aí. Existimos no mesmo sítio sem esforço.