sábado, 13 de junho de 2009


Lisboa é o oásis? Provavelmente. Dá-me ideia que o Porto é mais fechado, mas, ainda assim, tem muita actividade gay. Até acho que, em geral, o português, tal como o brasileiro, tem grande tendência para a homossexualidade.

Os portugueses estão a ficar cansados dos gays? É politicamente correcto respeitar, mas tenho a sensação de que se, ao virar da esquina, alguém dissesse ‘vamos matá-los’, matavam-nos mesmo.

Nunca me senti muito oprimido. Acho que agora até começa a haver mais agressividade para com os gays. Essa coisa de ‘só porque é bicha, tem toda a gente de estar calada e de acordo’ começa a criar incómodos.

Com a idade vai-se perdendo a paciência para sair, porque as pessoas são sempre as mesmas.

não me interessa ir para uma mata e ser roubado.

O Parque Eduardo VII continua muito ligado à prostituição, mas quem é que, se calha passar por lá à noite, não tem a curiosidade de saber o que se está a passar? Há uma outra cidade de noite, que propicia o fetiche pelos homens das obras, os polícias, os militares, os prostitutos. E depois há a curiosidade sobre quem são os que têm um discurso politicamente correcto durante o dia e à noite vão ao engate…

Acho que hoje, em Lisboa, todos os sítios são bons para engatar. Há os clássicos: a cidade universitária, as bombas de gasolina do estádio do Jamor... Agora, não acho que a comunidade gay ande toda nisto.

Há uns tempos atrás ficou célebre o caso de um pastor luterano sueco que foi processado por activistas homossexuais por nos seus sermões religiosos se referir à homossexualidade como "um cancro que urgia extirpar da sociedade sueca" , entre outros mimos semelhantes. O pastor foi então processado por incitamento ao ódio e violência, e se fosse considerado culpado poderia vir a ser preso. Nunca o foi, no entanto dessa possibilidade mil e uma notícias deturpadas surgiram na imprensa norte-americana que referiam a "prisão de um pastor sueco por se opôr ao casamento homossexual" . Assim, muitos dos abutres que agora se dizem defensores da liberdade de expressão a propósito dos cartoons dinamarqueses, aproveitaram-se de notícias falsas para se dizerem vítimas da "ditadura gay" .

Digam lá quem é o alarve!!!


Na edição de 7 de Março, o FrenteOeste alertava para as preocupações dos moradores da Urbanização Alto de S. João, (atrás da Rodoviária) devido às anormais movimentações de veículos na zona, e a que ponto isso lhes vinha causando insegurança e mal estar. A polícia foi respondendo que aquelas andanças têm que ver com a homossexualidade de rua e têm feito dissuasões, que pouco resultaram. Na semana passada a PSP fez na área uma operação stop tentando desviar da zona aqueles “habitués”. A questão não é pacífica. Na realidade os sinais dos tempos indiciam que não é, nem social, nem politicamente correcto, não se aceitar as opções sexuais de cada um. Recordemos alguns factos: partidos políticos mais à esquerda, têm feito a defesa do tema, indo até às uniões de facto, em plena Ass. República; o anterior Pres. Câmara de Lisboa patrocinou e participou na apresentação pública do Roteiro Gay de Lisboa; de quando em quando quer nas diversas televisões, quer na comunicação social o tema vem à liça, nomeadamente com as opções nas mudanças de sexo; a Internet tem vários sites com associações gays portuguesas; conhecem-se as festas e manifestações de rua por parte dos gay’s e lésbicas; sabem-se através dos jornais e dos roteiros, dos locais que frequentam; até se falava aí num jornal, do café de T. Vedras onde se reuniam e tudo. Mas estamos a falar de opções sexuais assumidas, de indivíduos que coabitarão juntos e de outras situações próximas. Mas depois temos outros problemas. Referimo-nos à insegurança ocasionada, até aos intervenientes, pelas actividades de rua. E aqui quer a prostituição feminina, quer a dos homossexuais, correm os mesmos riscos. Aqui na cidade, não há muito tempo, uma prostituta engatou um cliente e levou-o para o Forte de São Vicente. Quando lá, dentro do carro, surgiu um indivíduo (era o chulo da rapariga) que com ameaças e agressões furtou o que lhe foi possível à vitima, parece que até o carro. Aqui há uma ou duas semanas atrás aconteceu outra situação grave nos arredores de Lisboa. Um professor foi estrangulado, não se sabe se pelo “namorado”, sabe-se só que o criminoso colocou depois de morta, a sua vítima na mala de um Suzuki, que era o carro utilizado pelo professor, até que após darem pela sua falta no prédio a polícia lá o encontrou. Também se sabe que há poucos dias, um indiviíduo com vida estável, casado e pai de filhos, engatou um “prostituto”, parece que habitual nestas andanças. O prostituto terá levado o gay para umas paragens, zona florestal ou parecida, onde tem levado outras “presas” e vitimizou-o. Declarou a vítima às autoridades que no momento em que lhe fazia sexo oral, sofreu do agressor um violentíssimo bofetão na face esquerda, e outras agressões deixando-o inanimado. Depois o agressor roubou-lhe tudo, dinheiro, dois cartões de crédito e o próprio carro, deixando-o abandonado lá na mata… Pouco interessa quem é, onde foi e quem foi, quer o gay, quer o prostituto que parece já ter sido capturado e estar a contas com a justiça. Importa sim que se são gays, assumam-se. Tenham decoro, não criem a já mais que provada insegurança, quer a si, quer a outros. Por outro lado levem as vossas opções sexuais para dentro das vossas paredes. Assim não. É escabroso, deprimente, decadente, sórdido. ANTÓNIO FERREIRA NUNESantonio.nunes@toitorres.pt

Da Praia do Rei até à Bela Vista, na Costa da Caparica, há homens que passam as tardes de Inverno vagueando por entre as dunas, em busca de alguém do mesmo sexo para um engate de ocasião ou até uma relação mais duradoura. Perscrutam o horizonte, de mãos nos bolsos e óculos escuros, deambulam com vagar, páram, olham em redor, vão até ao parque de estacionamento, voltam a subir às dunas.

Praia da Amoreira - Quase no Sudoeste alentejano, esta praia tem um optimo parque de campismo perto e o seu acesso faz-se pela estrada N120 entre Aljezur e Odeceixe. A Praia é percorrida por uma ribeira no seu extremo sul, e junto a essa ribeira tem uma área de dunas com bastante vegetação, onde tudo se passa.Estas são as praias mais conhecidas e frequentadas por gays nacionais e internacionais, contudo o Algarve é feito de muitos recantos e praias mil, pelo que é muito provável que encontre gays a qualquer praia que se desloque.

Praia da Carrapateira - Famosa pelas suas ondas que atrae adeptos de Surf, Bodyboard, e outros desportos radicais, nesta pra tudo se passa na área de dunas a norte.

Praia das Furnas Figueira - Uma das menos conhecidas já que não tem placas de sinalética a indicá-la. A água e a areia limpas, poucas familias, e com a caracteristica de que com maré vazia, consegue-se passar ao lado das rochas e descobrir mais pequenas praias que de outro modo não têm acesso. A Praia é cheia de pequenas grutas (dai o seu nome de furnas). Pra lá chegar segue-se pela estrada de Lagos para Vila do Bispo, e volta-se para a aldeia de Figueira nos semáforos junto ao Campo de Golfe da Vigia, atravessa-se toda a aldeia pela rua principal, e depois de passar um pontão, vai encontrar uma estrada á esquerda, segue-se por essa estrada até ver á direita um pequeno muro branco com uma seta em vermelho a apontar para a direita (volte ai) e siga pela estrada de terra batida, depois de passar um pequeno pontão sobre a ribeira, volte novamente á direita e está logo no estacionamento da praia.

Coimbra



Meia Praia - Talvez uma das melhores do Algarve, a zona gay situa-se entre a ria de Alvor e o campo de Golfe Palmares, numa zona dunar e com bastante vegetação, para lá chegar, deve-se seguir as indicações para Meia Praia e Campo de Golfe, depois quando o campo de golfe é cortado pela linha de comboio, passa-se a linha em direcção á costa, segue-se sempre tendo o campo de golfe á direita e quando acabar a rede do campo de Golfe, á direita verão o acesso á zona gay. A água desta praia é limpa e cristalina, a areia fina e muito limpa, e é o local ideal para apanhar conchas (e conhecer senhores).

Praia do Submarino - Situada entre a Praia da Rocha e Alvor, não apresenta nenhuma placa de sinalética a indicar a praia por alguns factores que passamos a descrever: Quando a maré está cheia não há praia, Em virtude de estar de se localizar numa falésia o seu acesso é dificil e perigoso, não possui estacionamento perto. No entanto é uma das praias utilizadas pela comunidade de Portimão.

Praia Grande - A maior de todas ! Tem 2 acessos principais, um através do estacionamento junto ao campo de Golfe dos Salgados (zona sempre alcatroada) e depois seguir a pé pela praia para Poente, e outro seguindo pela estrada de Vale Parra (Albufeira > Pêra & Armação de Pêra) até á Rotunda de Pêra, contornando a Rotunda e voltando á esquerda, quando acabar o alcatrão, seguir pela estrada de terra á direita, passar pelo meio de uma quinta abandonada e assim que se ver as moitas á esquerda entrar no primeiro acesso á esquerda, e seguir em direcção ás dunas. Nesta Praia a frequencia faz-se em 3 locais: Areal da Praia; Dunas e Mata anteriormente referida. Esta praia dispõe de apoios de Praia nos seus extremos. Esta praia juntamente com as 2 anteriormente referidas completa o TOP 3 a nível de frequencia.

Praia de Santa Eulália - A Praia em si dispõe de amplos estacionamentos e vários apoios de praia, se bem que em virtude do Hotel anexo á praia, e do famoso Le Club, no verão não seja muito fácil estacionar mesmo junto á praia, mas no entanto como a zona gay tem vários acessos também há outras hipoteses de estacionamentos. A Zona Gay em Santa Eulália situa-se a Nascente da Praia de Santa Eulália, entre as Rochas existente desde Santa Eulália até á Praia Maria Luisa (Club Med), numa zona conhecida pelos locais como Bico das Silvas (não se preocupem que não tem silvas, mas sim pinhal, e mata). Quem estacionar em Santa Eulália deve então percorrer a Praia até ás Rochas a Nascente, subir as Rochas e Logo depois encontra 3 ou 4 pequenas enseadas com alguma areia, e atrás delas uma mata com alguns pinheiros, para quem não conseguir estar ai pode sempre optar pelas outras duas soluções, a primeira e estacionar na aldeia dos Pingalhetes (beco), descer a falésia pelas escadas e fica logo nas referidas rochas, a terceira opção é imediatamente a seguir ao Alfagar, encontra-se um tereno com uns tapumes metálicos, neles há uma entrada com um caminho de terra, estacionar ai, descer a falésia (aqui não há escada pelo que não é recomendado a menos ageis e depois fica-se logo na mata e respectiva praia), estas duas opções ficam na estrada de Albufeira para olhos d'água. Esta praia também está no TOP 3 devido á sua proximidade de Albufeira (dá para ir a pé).

Praia do Cavalo Preto (também conhecida como praia de Loulé Velho) - Na estrada entre Quarteira e Vale de Lobo Almancil, existe uma placa com a indicação do caminho, a parte final do caminho é em Terra Batida, mas o seu estado de conservação não é dos piores, dispõe de um restaurante de apoio, a área Gay é as dunas antes das falesias de Vale de Lobo, e o inicio da área por baixo da falésia, aconselha-se a que tenham em atenção que esta falésia é instavel, para quem quiser tem também a área do pinhal. Esta é uma Praias Gay do Algarve que está no TOP 3 de Frequentadores.

Quinta do Lago Praia de Faro - Esta pode-se considerar uma das mais inacessiveis, para lá chegar têm duas alternativas: 1 ) Vão de Faro em direcção á Ilha de Faro, estacionam no ultimo Parque de estacionamento e preparem-se para andar imenso para Poente, até encontar a área de areal mais desertico, ou 2) Vão até á Quinta do Lago, passam a Ponte de Madeira e caminha para Nascente até á área anteriormente referida, nesta praia há que ter atenção com o seguinte: a) o Estacionamento é longe pelo que não se acomselha a não irem muito carregados senão cansam-se antes da oportunidade de alguma acção b) segundo relatos (que desconhecemos serem verdade ou mentira) algumas pessoas já foram perseguidas por Pescadores mais homofóbicos.

Praia do Barril - Esta Praia é na realidade uma ilha situada nos limites da Ria Formosa frente a Tavira / Olhão, para lá se chegar vai-se de carro até às Pedras d'El Rei e depois no mini comboio ou a pé até à praia. Depois é andar uns bons 15 a 20 minutos para poente para chegar à zona naturista (e tb gay). A praia dispõe de vários apoios de Praia, zona de Naturismo e Zona de Não Naturismo, claro que a área frequentada pelos gays é a Naturista pelo que terão de andar um pouco.

Praia da Manta Rota - Esta praia é muito frequentada por gays. Estacionar no parque de terra batida antes das dunas , na zona poente da "vila" de Manta Rota", e andar uns 15 minutos em direcção a poente (já a ver-se bem perto Cacelha Velha). A praia é muito extensa e a água é das mais límpidas e quentes do Algarve.

Praia Verde - Zona muito ampla, águas mais temperadas e limpidas, a praia dispõe de amplo estacionamento, é bastante frequentada por familias, mas o extremo Poente da Praia, devido ao facto de estar mais afastado do estacionamento tem por vezes alguma frequencia, se bem que é mais Homens casados á procura de uma "escapadinha".

Existem várias praias no Algarve denominadas como gay, devido ao seu maior isolamento mas também devido ao facto de se efectuar nudismo nesses locais.Estas praias não são exclusivamente Gay, mas em alguns troços das mesmas é como se fossem.

O Algarve é conhecido essencialmente pelo seu excelente clima em práticamente todo o ano e pelas suas espectaculares praias.O Algarve tem praias para todos os gostos. Das mais expostas ás mais reservadas, das abertas com quilómetros e quilómetros de areal até ás pequenas enseadas só com acesso através de barco.

A Ficção Mata as Estrelas!

De repente um homem pode nem gostar de homens, mas tem pau grande e usa isso como isca para roubar e matar gays que se sujeitem a pagar por sexo

Gay enrustido e casado mata o ex-amante

Aluno de 11 anos mata-se por o chamarem de gay na escola


Entre as vítimas, 72 por cento são gays, 25 por cento travestis e três por cento lésbicas.

O Brasil continua sendo o país onde mais se mata homossexual no mundo de acordo com levantamento do GGB (Grupo Gay da Bahia)

Polícia iraquina mata rapaz de 14 anos "por ser gay".

São mais de 100 homossexuais assassinados em 2008, segundo apuramento do Grupo Gay da Bahia, demonstrando que homofobia realmente mata.

Haja fôlego! ...



Odiar gays mata (os gays, claro)!

Always - Bent


'Homofobia Mata'

Um jovem homossexual foi morto pelo próprio pai por causa de sua orientação sexual.

Sexo anal com cavalo mata gay nos EUA