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domingo, 8 de janeiro de 2012


Mostro aos olhos que não te desfigura
Quem te desfigurou.
Criatura da tua criatura,
Serás sempre o que sou.
Isto é real, ou fui eu que sonhei ?

Queria que os portugueses
tivessem senso de humor
e não vissem como génio
todo aquele que é doutor
MacDonald, O Rei Do Hambúrguer
Era nosso demais para fingir
Não sei o que é nem consinto
Feliz dia para quem é





Palavras não são só aquilo que oiço
Não peçam que eu lhes ganhe ou que não as sinta
Palavras são demais para o que posso
Não queiram que eus as vença ou que lhe minta.

Como a água do mar lava as areias
Eu quisera lavar o pensamento
Escorrer de mim o sangue dessas veias
Que Deus me perdoe.
Quanto canto não penso

Eu chego a desejar
Que sintas o que sinto
Quando me sinto só.
Eu trago a estrada da vida
Guardada na minha mão
Que pensa perder-se na ida
Com medo de não ter partida
Dentro do meu coração






No meu deserto de água
Não havia luz para te olhar
Tive que roubar a lua
Para te poder iluminar

Quando iluminei o teu rosto
Fez-se dia no meu corpo
Enquanto eu te iluminava
Minha alma nascia de novo

Tomou conta do meu coração
O tempo se afastou de mim
Não consigo me encontrar
Eu não quero viver assim
Sem razão, sem poder buscar
Há algo maior
Há algo maior

Para trazer-te para sempre no meu peito
Sabes que vou chegar de braços abertos
I cried a river over you
As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Só tu sabes, solidão
A angústia que traz a dor


As guitarras são um dom de Deus
As certezas do meu mais brilhante amor
Alfama não cheira a fado
Cheira a povo, a solidão,
Cheira a silêncio magoado
Sabe a tristeza com pão
Alfama não cheira a fado
Mas não tem outra canção.
Ai, esta angústia sem fim
Ai, este meu coração
Ai, esta pena de mim
Ai, a minha solidão


Os livros são janelas. Hoje vou abrir uma delas.
A fase presente da ocupação total da vida social em busca da acumulação de resultados económicos conduz a uma busca generalizada do ter e do parecer, de forma que todo o «ter» efectivo perde o seu prestígio imediato e a sua função última. Assim, toda a realidade individual tornou-se social e directamente dependente do poderio social obtido.
Não tenhas medo do passado. Se as pessoas te disserem que ele é irrevogável, não acredites nelas. O passado, o presente e o futuro não são mais do que um momento na perspectiva
Sacrifício não significa nem amputação nem penitência. É uma oferta de nós próprios

Há uma coisa ainda mais difícil do que seguir um regime; é não o impor aos outros.